Conheça Pushbullet, que permite envio de SMS a desktop.

Não faltam apps de conversação por aí. WhatsApp, Snapchat, Telegram, Facebook Messenger, Viber e tantos outros são apenas alguns dos aplicativos mais acessados pelos donos de smartphones. Ter outra opção no meio disso tudo não seria uma boa ideia, certo? Errado! O Pushbullet tem uma proposta que vai um pouquinho além da premissa básica desses apps.

O aplicativo existe faz tempo e sempre foi multiplataforma, com fãs leais que gostam de utilizar o programa para fazer troca de arquivos, links, fotos e notificações entre os devices de amigos. Só que o app também envia e recebe mensagens em SMS no desktop – sim, sem que você sequer precisa encostar no celular.

Em dispositivos Android, o Pushbullet também permite que os usuários se comuniquem pelo WhatsApp e outros mensageiros populares. Mas faltava um recurso próprio de chat do Pushbullet. Pois bem, ele chegou: se antes você podia receber uma foto bonitinha e não comentar nada a respeito, agora é possível.

O novo serviço ainda faz tudo aquilo que os leais usuários amam: copiar um link do seu PC e colar no navegador do smartphone, enviar imagens em velocidade recorde etc. Agora, há uma estrutura mais clara que delineia as comunicações com os amigos, as informações de canais que você segue e coisas que você compartilha entre os seus dispositivos.
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O Pushbullet é multiplataforma na medida em que está disponível como uma extensão para os navegadores Google Chrome, Firefox, Safari e Opera, bem como iOS e Android. A última atualização também inclui alguns mimos na interface do app para Windows.

Conforme mencionado, o PushBullet já está no mercado faz tempo, mais de dois anos, e sobrevive muito bem graças às bem-vindas mudanças que implementa em sua funcionalidade. Clique aqui para conferir a descrição completa do app no Baixaki e baixar o aplicativo.

Ferramentas de TI que serão destaque em 2015.

Tecnologia. Informação. Mundo conectado. A evolução não pára e o ano de 2015 apresenta boas perspectivas para a frenética indústria de TI. Dentre as tantas novidades que estão por vir, assistiremos, por exemplo, a uma corrida de desenvolvedores (e seus aplicativos), a ampliação da oferta de soluções e a abrangência da Internet das Coisas. Dentro desse dinamismo, destaco algumas tecnologias que julgo serem promissoras para o ano, colaborando ainda mais com a transformação do mercado.

A primeira delas é o Arduino, placa de prototipagem rápida para iniciantes em eletrônica. Presente no mercado há cerca de dez anos, ela permite o desenvolvimento de projetos que vão desde a programação do acender de uma lâmpada até a complexidade de uma casa inteligente (Internet das Coisas). Ainda, integrada à internet, funciona com arquivos de som e imagem. Sua utilização tem crescido bastante e ganhado evidência no que diz respeito à eletrônica caseira devido à simplicidade e à facilidade que oferece para o desenvolvedor.

Ainda, ganharão espaço no mercado tecnologias que promovam a flexibilidade. O Windows Azure, por exemplo, é uma plataforma de desenvolvimento na nuvem que permite hospedar banco de dados e máquinas virtuais fazendo com que toda a infraestrutura esteja fora da empresa. Os grandes benefícios que a tecnologia oferece são a disponibilidade e a escalabilidade – utilização da solução conforme demanda – e, ainda, sem a responsabilidade pela estrutura, gerenciamento do tamanho ou segurança dos dados.

As ferramentas de Big Data, como o IBM Cognos, também terão destaque no ano vindouro. De acordo com a International Data Corporation (IDC)¹, Big Data e Analytics responderão por um mercado de 125 bilhões de dólares, em 2015. Tais soluções agrupam um volume gigantesco de dados – geralmente proveniente da internet ou interação humana em redes sociais – e permitem o cruzamento inteligente dessas informações de forma a gerarem valor ao cliente. Desta forma, permitem sua utilização alinhada aos objetivos estratégicos da empresa.
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O crescimento do uso de dispositivos e aplicações móveis seguirá demandando plataformas de desenvolvimento que comportem os principais sistemas operacionais do mercado (IOS, Windows e Android). Para este fim, existem diversas ferramentas que auxiliam a criação de “multiplataformas”, como o Xamarin, que otimiza o tempo de desenvolvimento das aplicações, tornando-as, ainda, compatíveis com diferentes dispositivos. Outra ferramenta disponível é a nova versão do Visual Studio, da Microsoft, que utiliza a plataforma Apache Cordova para essa mesma finalidade.

?Além das soluções abordadas, no próximo ano muito será falado sobre a novidade que vem para ficar: tecnologias que proporcionam interação homem-máquina por meio de realidade aumentada e óculos de realidade virtual (3D). Elas podem ser integradas com Internet das Coisas e o ganho em experiência do usuário é riquíssimo, podendo ser aplicado em: medicina, simulações de voo e laboratórios de pesquisa & desenvolvimento, por exemplo. A partir da evolução dessa tendência e tecnologia, presenciaremos o surgimento de ferramentas inovadoras.

Isso é apenas uma pequena parte de tudo o que está por vir. Para o próximo ano, podemos esperar grandes avanços nos mais diferentes setores, que certamente serão apoiados pela tecnologia e as inúmeras possibilidades que ela permite. Aos profissionais da área, bom trabalho!

DARPA cria programa de desenvolvimento de software no estilo Skynet

Pesquisadores da DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency) nos Estados Unidos estão dando início a um programa que lembra os moldes da Skynet. A intenção é criar um software robusto que tenha a habilidade de se alterar e adaptar em ambientes de constante mudança. Chamado BRASS (Building Resource Adaptive Software Systems), o programa está organizado em três fases de aproximadamente 16 meses e o objetivo final é fazer com que o programa criado seja confiável e inteligente o suficiente como para sobreviver durante pelo menos 100 anos. A pesquisa também visa diminuir os custos elevados relacionados aos sistemas atuais, que crescem a cada dia em complexidade e exigem manutenção constante por parte de humanos para se manterem em operação. Segundo a página do programa, a obsolescência de softwares e os custos e problemas envolvidos em updates de grandes sistemas são um problema para a segurança nacional dos Estados Unidos e é necessário que seja desenvolvida uma nova matriz de princípios cujo foco seja a adaptabilidade e auto evolução.